domingo, dezembro 31, 2006

Put your records on...

Three little birds, sat on my window.
And they told me I don't need to worry.
Summer came like cinnamon
So sweet,
Little girls double-dutch on the concrete.

Maybe sometimes, we got it wrong, but it's alright
And nothing seems to change, and it all will stay the
same.
Oh, don't you hesitate.

Girl, put your records on, tell me your favorite
song
You go ahead, let your hair down
Sapphire and faded jeans, I hope you
get your dreams,
Just go ahead, let your hair down.
You're gonna find
yourself somewhere, somehow.

Blue as the sky, sombre and lonely,
Sipping tea in the bar by the road side,
(just relax, just relax)
Don't you let those other boys fool you,
Gotta love that awful hairdo.

Maybe sometimes, we feel afraid, but it's alright
The more you stay the same, the more they seem to
change.
Don't you think it's strange?

Girl, put your records on, tell me your favorite
song
You go ahead, let your hair down
Sapphire and faded jeans, I hope you
get your dreams,
Just go ahead, let your hair down.
You're gonna find
yourself somewhere, somehow.

Just more than I could take, pity for pity's sake
Some nights kept me awake, I thought that I was
stronger
When you gonna realise, that you don't even have to
try any longer.
Do what you want to.

Girl, put your records on, tell me your favorite
song
You go ahead, let your hair down
Sapphire and faded jeans, I hope you
get your dreams,
Just go ahead, let your hair down.

You're gonna find yourself somewhere, somehow...


CORINNE BAILEY RAE (Put your records on, 2006)

quarta-feira, dezembro 27, 2006


"Não é o ângulo reto que me atrai,
nem a linha reta, dura, inflexível,
criada pelo homem.
O que me atrai é a curva livre e sensual.
A curva que encontro nas montanhas
do meu país,
no curso sinuoso dos seus rios,
nas ondas do mar,
nas nuvens do céu,
no corpo da mulher preferida.
De curvas é feito todo o Universo.
O universo curvo de Einstein."

OSCAR NIEMEYER ("Um homem que passou a vida num canto, a desenhar...")

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Where do you go when you're
lonely?

Where do you go when you're
blue?

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Agradecimento aos Mestres

Como é de costume, deixamos tudo para a última hora... E desta vez não foi diferente: este é o último momento em que podemos agradecer e homenagear a todos eles juntos.
É de uma forma simples, mas muito sincera que presto nossos agradecimentos àqueles que nos despertaram para além daquilo que se estuda: fizeram-nos questionar a verdade humana e nos convidaram a alçar vôo em sua sabedoria, mesmo sabendo que o voar dependeria das asas de cada um de nós.
Muito obrigada àqueles que nos convenceram de que somos melhores do que suspeitávamos e àqueles que não se limitaram em teorias, pois os que assim o fazem são professores por ocasião e não por vocação. E esta vocação é, talvez, a mais bela, pois desperta o construtor do futuro da humanidade e faz emergir valores inesgotáveis: desde um futuro escritor, um grande filósofo, até um brilhante cientista, ou, simplesmente, um ser humano melhor.
Ninguém poderá substituí-los, mas o que nos consola é que levaremos conosco muito de vocês, muito do que nos ensinaram.
Em instantes talvez nos tornemos colegas, mas com a certeza de que jamais deixaremos de ser seus discípulos: levaremos na memória os ensinamentos, e no coração a gratidão, o respeito e a saudade.
Muito obrigada àqueles que foram mestres quando poderiam ser apenas professores; àqueles que, acima de tudo, se tornaram nossos amigos; aos que foram apenas professores; e àqueles que não foram amigos nem professores, mas que também passaram por nós.
Todos têm a sua importância e serão para sempre lembrados!

Texto por Isadora, em 13 de dezembro de 2006.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Não basta abrir a janela
Pra ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Pra ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Com filosofia não há árvores: há idéias apenas.
Há cada um de nós, como uma cave;
Há só uma janela fechada e todo mundo lá fora
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.


FERNANDO PESSOA (Poemas Inconjuntos, 20 de Abril de 1919)