domingo, dezembro 28, 2008

Ouro Preto



Ouro Preto, Novembro de 2008

Essa viagem pra mim foi assim: como brincadeira de criança, algodão doce no parque.
Tudo tão bom no meio da correria toda e das ladeiras intermináveis (!!); outro mundo, outras pessoas (mesmo sendo elas as de sempre); AC/DC até as 5h da manhã e a cabeça rolando no travesseiro querendo sair correndo pra chuva cantar...

Dias bons!



Foto por Isadora, em 22 de Novembro de 2008, após visita à Igreja Nossa Sra. do Rosário em Ouro Preto.

toc toc, alguém aí?!


Novembro

Dezembro

Quase Janeiro

e nenhum post mais?!
Que coisa.
Quantas surtos mais vou precisar anotar no caderninho?

Pó parando!

-tá me ouvindo?! (?)

domingo, outubro 26, 2008

terça-feira, setembro 23, 2008

Rotina (em resposta a um grande amigo!)


"Mulher vc sumiu!!!!! Como vc tá?!

Estou com saudades de vc! Espero que esteja bem."

*

" Como estou?

Olha, eu to morrendo de saudade, de verdade...
saudade da gente esborrachar no sofá de ar do seu tio e conversar horas a fio sem acabar as novidades ou de jogar no PC e eu conseguir matar -1 hominho! (pq só EU consigo matar hominhos negativos!)

To cansada também. Muito!
E mal chegamos na metade do semestre... isso porquê não comecei projetos de verdade – dignos de se chamarem Projetos! As aulas estão cansativas, os professores estão chatos e o tempo está bem curto.
Curto o suficiente pra eu falar várias vezes: ‘Cheeeeegaaaa! Vou fazer Educação Física!’
...ok,ok, é só de brincadeirinha: continuamos amigos futuros arquitetos, e que assim seja, amém! (aliás, não custa reforçar: que os deuses estejam conosco!!!)

E outra coisa que vc vai gostar que eu te conte: to apaixonada!

Ah, não é uma novidade tãão novidade né,
a novidade é só eu continuar assim: feliz – e olha que eu estou!
(ps.: e querendo que dê muito certo. – isso nos últimos tempos é uma novidade, convenhamos! rs)

To também com saudade de crianças. Não daquela ou desta criança, mas de bagunça de criança e da despreocupação delas... ando tão pilhada ultimamente, elas me fazem falta, sabia?!
Meus aluninhos me descabelavam, mas era tão bom sentar com eles no chão e ouvir:
“Teacher, que estilista te desenhou?!”
"Teacher, casa comigo?”
... ou só ouvir a bagunça deles logo às 8h da manhã!
Era de ganhar o dia.

E me faz falta também cantar.
Ter tempo pra ensaiar um acústico... voz, violão!
Tocar por aí num final de semana ou outro.
Ai, que paz! Que vontade!

E aí eu fico brava, pq tem tanta coisa que a gente tem que fazer,
e TEM que fazer,
que nunca dá tempo de fazer o que a gente NÃO TEM que fazer: o que a gente quer fazer e ponto.

-suspiro-

.... mas vamos lá né.
Pelo menos escrevendo eu estou, já é alguma coisa que me faltava tempo há tempos!
O ‘Rabisco’ ficou tão paradinho aí, coitado. A verdade é que eu tinha muita coisa pra colocar, mas só de arquitetura!
E não quero que arquitetura tome conta de tudo...
pq ela precisa da música,
precisa da arte,
precisa da poesia,
da fotografia, da literatura.
Senão o que é ela além de forças de Newton e o resto da física?

Bom, agora me vou pq projetos (não ainda com P maiúsculo) gritam por mim!

Boa sorte com os seus aí há quilômetros daqui, e no meio deles, num final de semana qualquer, fazemos outro pic-nic pra falamos por mais horas a fio das nossas coisas,
nossos respectivos amores
e nossos projetos para os próximos dias.

Muita saudade!

Se cuida,
Isa. "



por Isadora, em 23 de Setembro de 2008.

sábado, agosto 30, 2008

Miss Imperfeita


Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes:
sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou:
trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão
e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’.

MARTHA MEDEIROS (jornalista e escritora brasileira)

sexta-feira, julho 04, 2008

E viva os Atores! ...brasileiros, diga-se de passagem.



Paulo Szot recebe o prêmio de melhor ator musical
das mãos da atriz Liza Minnelli



Notícia não tão quentíssima, mas vale a lembrança!



Paulo Szot - Prêmio Tony



"Brasileiro ganha 'Oscar' do Teatro americano"
| Ler notícia!|




quarta-feira, junho 11, 2008

3ª feira no jazz: Georgia ♪


A verdade é que não se enxerga nada.

mas fecha os olhos e só escuta...



Georgia (on my mind) - Hoagy Carmichael


JAM SESSION (Cantina do IA-UNICAMP,
toda 3ª feira à partir das 18h)


domingo, junho 01, 2008

Veríssimo


Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez meembrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.

Sonhar é melhor do que nada!


LUIS FERNANDO VERÍSSIMO

sábado, maio 31, 2008

...how?


"(...)

How deep is your love?

I really mean to learn

'cause we're living in a world of fools

breakin' us down when they all should let us be

(...)"


HOW DEEP IS YOUR LOVE (versão: The bird and the bee)

sexta-feira, abril 25, 2008

Arquitetura...


arte que te abriga arte que te habita
arte que te falta arte que te imita
arte que te modela arte que te medita
arte que te mora arte que te mura
arte que te todo arte que te parte
arte que te torto ARTE QUE TE TURA

LEMINSKI

quinta-feira, abril 24, 2008

Quase

É engraçada a sensação de QUASE ter uma coisa. Engraçada, agoniante.

É o quase da incerteza, do querer ter por inteiro, daquela ansiedade que não te dás conta de deixar pra lá. É só lembrar-te do quase que ela toma tua cabeça e vira, vira... deixa tonta.

Mas é o quase ainda que dá aquele gostinho do incerto, que guia batalhas silentes pelo tudo, pelo inteiro e que te faz querer e ir além, mesmo sabendo que não deverias. Não exatamente por ti, mas por um outro que nem conheces a não ser pela notícia de que ele existe.

Ah, esse outro...

Outro que nos faz dubiar, ficar de cima do muro olhando, na espreita de um motivozinho que seja pra pularmos pro outro lado dele.

Aí pula-se e ele fica pra trás?

Antes ficasse... Mas só a lembrança de que ele existe faz com não estejamos daquele lado do muro o quanto gostaríamos.

Faz só estarmos QUASE lá... na vontade de ter por inteiro, na ansiedade que deixa tonta, no gostinho pelo incerto, nas batalhas silentes que nunca diremos a ninguém.


por Isadora, em 24 de Abril de 2008.
...
quase lá.

quinta-feira, março 13, 2008

I heard it through the grapevine


People say


BELIEVE HALF OF WHAT YOU SEE,
son,
AND NONE OF WHAT YOU HEAR.

I can't help bein' confused,
if it's true, won't you tell me dear?


http:/br.youtube.com/watch?v=P3_vL1Eui08


CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL (I heard it through the grapevine,
Chronicle One - 1976)




terça-feira, fevereiro 26, 2008

Milk, toast and honey


Milk and toast and honey
make it sunny on a rainy Saturday

Milk and toast, some coffee
take the stuffiness out of days you hate, you really hate


Slow morning news pass me by

I try not to analyze
but didn't he blow my mind this time
Didn't he blow my mind?

ROXETTE
(Milk, toast and honey, The Ballad Hits - 2002)



quinta-feira, fevereiro 21, 2008

À uma amiga

As coisas 'simples', que fazem AQUELA (!!!) diferença na nossa vida...

A amizade, os segredos, lealdade.

A sincera saudade da companhia,

os encontros depois do almoço,

passeios pelo Centro, compras, chocolates, pão de queijo,

os flertes na rua de quem a gente nunca viu...

O olhar que diz tudo e o (sor)riso que concorda.

Afinal, palavras pra quê? Quando o sentimento é grande assim, a gente se entende sem elas... :)

Mensagem de madrugada,

daquelas que no dia seguinte vc nem sabe se sonhou ou se ouviu o 'pi' do celular mesmo,

brigadeiro de colher,

tatuagem igual (ainda não) e, antes dela, aquele 'Ai, me dá a mão que eu to com medo!'.

Seu pai xingando no dia seguinte pq ele não conseguiu dormir a noite de tanto que a gente falava (merda), ou as duas quietinhas de madrugada comendo chocolate no quarto e fuçando na internet.

Ps.: Ele conseguiu dormir, viu só?! (e detalhe: nos divertimos meeeesmo assim! rs)

Aquela troca de informações secretas de quatro paredes, idéias malucas, e as ajudas pra colocá-las em prática.


É isso... amizade e . (leia-se: amizade e ponto final!) ;)

Não tem mais o que explicar, o resto a gente sente.

Afinal, quem vai entender conseguirmos ir pro chão de bicicleta na esquina mesmo estando paradas?!?! rs

Inexplicável!

Inesquecível...


Somos assim, 2 loucas que as vezes chamam de irmãs, namoradas (!!!!), primas... mas somos muito mais que isso tudo.

Somos AMIGAS! (daquelas verdadeiras que iluminam o dia como um girassol.)

Acho que não preciso de mais palavras...

Afinal, a gente se entende sem elas. :)

Na verdade, só mais duas...

Amo você.


por Isadora em 21 de Fevereiro de 2008.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

February 14th ♥ Valentine's Day


















Eles se entendem melhor que a gente...
pode ter certeza.


Happy Valentine's Day!


Isa

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Pra sempre... nunca mais... ?!


(...)
tem que deixar acontecer,
sem falar
‘pra sempre’ ou ‘nunca mais’...
Afinal,
a gente sempre se SURPREENDE
depois!


Por quê falar que eu NUNCA faria isso ou aquilo...
ou que um sonho não pode mais virar realidade ?!

Só pq não aconteceu no dia que vc quis,
não significa que ele
não vá mais acontecer...


por Isadora em resposta a alguém em 31 de janeiro de 2008.

sábado, janeiro 12, 2008

Isa em pensamentos...

Tão sem tempo de escrever,
de pensar no além das provas...

Chego a acreditar que testam a minha resistência e não meu conhecimento.
Mas se fosse assim eu já deveria estar numa das pranchetas da usp ou da unicamp projetando, e passando mais noites em claro pela arte,
pela arquitetura...

Ainda não.
Quem sabe mês que vem e depois...


E essa de "mês que vem"...
Não basta teste de resistência - pseudo teste de conhecimento - mais um terço da minha 6a feira desenhando para outro exame e outras provas que já perdi a conta... ainda devo esperar pelo mês que vem para ver meu nome numa daquelas listas.
E ele vai estar lá.
Em qualquer das 3, senão das 3...
Usp, Unesp, Unicamp... não é chique?!

Chique...
e o que eu faço com um nome?
Se o que me for proporcionado for tão grandioso quanto o nome, então farei muito com ele.
E se não for?
Ah, prefiro não pensar nisso...
Aí me viro como puder, mas saio de lá (em 5 ou 6 anos) com o tal nome e com bagagem, não vou embora de mãos vazias nem
mais ou menos cheias.

Carregarei comigo tudo o que puder.

Enquanto isso...
faço mais provas,
mais terços de dias desenhando
e dias inteiros esperando pelo mês que vem.

O mês que vai demorar mais pra chegar.
Tá certo, eu tenho paciência...
Às vezes.

Outras vezes eu só finjo que tenho...
interpreto bem
até chego a acreditar!

O que anos de teatro não fazem...


Texto por Isadora entre vestibulares, em 12 de Janeiro de 2008.

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Receita de Ano Novo

Para você ganhar um belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
DRUMMOND