a mulher que eu mais amei
Há 7 anos
...abro os braços e deixo que a vida pinte uma aquarela em mim, ou que soe uma melodia e deixe eu cantar. Amo a arte, vivo por ela; e sem ela fico na penumbra e na rispidez da velocidade moderna... apenas vegeto. Poeta que nuns dias sou, escrevo para mim ou de mim para os outros... ou apenas rabisco palavras sobre o nada e para ninguém...
2 comentários:
Isa... meu Deus ... o que é isso ...
cara é abstrato demais pra eu escrever aqui ... como vc mesmo viu minha reação ... não tenho palavras para descrever tamanha emoção, que essa música passa... é lindo ... Jazz toca na artéria esquerda do coração .... não há como alguêm dizer que não
Adoreiii .... estou morrendo de saudades de vc ....
Qualquer coisa me procura ...
bjãoooooooo
Ola Isinha ... sabe muitos criticos dizem equivaler a importancia de Fernando Pessoa com Camões... Sabe eu sou muito leigo em ambas literaturas para afirmar a comparação, mas pelo pouco que sei de Camões ... O cara é um genio, ele usa muitos recursos ferrados da época do classismo... Sobre Fernandão, ele é muito bom tbm ... ele passa emoção em seus textos... poucos escritores conseguem passar tal sentimento para seus leitores... a maioria deles sensacionalizam um pouco para tentar chegar perto da melancolia, mas sempre "caem do cavalo"...
Você disse sobre o Caeiro né ... eu quase postei no lugar este texto "O amor é uma companhia".. muito bom tbm...
Sobre a minha ida na Unicamp... prefiro que seja então na proxima semana, sabe porque estamos em algumas matérias críticas no cursinho ... e terça-feira temos as unicas duas aulas de física ... acho que se fossemos daqui semana que vem ou na outra seria melhor ...
blz ??? me liga qualquer coisa... ou me manda um comentário ...
rsrsrsrs Bjão minha amiga ... se cuida tha ...
O Amor é uma Companhia
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro
Postar um comentário