quinta-feira, novembro 26, 2009












simplicidaaaaadeeee, gente!!!!!!



SIM PLI CI DA DE . . .


terça-feira, setembro 01, 2009

Um café


Todos nós temos aquelas pessoas que um dia tomamos um café, passamos tardes jogando conversa fora e hoje não queremos nem saber delas.

Até muitas vezes queremos, mas teimamos em trazer e colocar sempre a frente uma mágoa que ficou e ainda fazemo-las doer.

Ontem, naqueles momentos sagrados de culto ao ócio, ouvi de alguém 'o segredo da boa convivência é não esperar de ninguém mais do que essas pessoas são capazes de dar'. Ouvimos isso muitas vezes, por diversas pessoas, mas tem uma hora que a coisa faz tic.
E é nessas horas que vc pensa em todas essas mágoas que ficaram, muitas vezes pq vc esperou coisas que o outro te fez acreditar que viriam e seriam de um jeito - e não vieram, nem foram de jeito nenhum, a não ser o pior deles.

Mas se foi assim, então foi. -E foi.
Cultivamos coisa ruim pra termos uma lembrança, que seja, dessa pessoa.
E pra que?
Por que, então, não jogar essa mágoa fora e abrir caminho para lembranças boas?

Se vc não as tem, então permita que elas sejam criadas.
Crie-as você!
Desafie-se para outro café e mais uma tarde jogando conversa fora.
Qual é o problema em ser assim?

Dessa vez, a diferença é que você não vai mais esperar mundos, mesmo que ela tente te convencer de assim fazer.
Uma vez vc já aprendeu até onde ela era capaz.

E foi suficiente.


Texto por Isadora, em 1 de Setembro de 2009, pensando nos próximos cafés, almoços, jantares...


Garfield


*clique na tirinha para ampliar!
;)










segunda-feira, agosto 10, 2009


















- joguei pro céu!




por Isadora, em 10 de agosto de 2009


quinta-feira, agosto 06, 2009

ainda a bailarina


e a bailarina abre a sombrinha! :D

*aplausos

...

mas pra onde vai?!

pra esse lado?
pro outro?

-ham, pra qual a corda balança menos, não?!


acha melhor esperar pra ver.



por Isadora, em 6 de agosto de 2009

quinta-feira, julho 30, 2009

Devolve, moço!


Existe aqui uma mulher

Uma bruxa, uma princesa, uma diva, que beleza
Escolha o que quiser

Mas ande logo, vá depressa
Nem se atreva a pensar muito
O meu universo ainda despreza
Quem não sabe o que quer

Meu coração eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não, isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado

Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso


VÍDEO | aqui :D
| Ana Cañas, ao vivo

domingo, julho 19, 2009

Vc que pediu.


















...e de repente tudo acontece exatamente como você queria.
E ainda assim parece que não está tão firme de sapatilha na corda bamba o quanta achava que estava, ahn?!
-paralização momentânea

Se joga! :)

Abre a sombrinha em cores e faz o show,
ele é todo seu se quiser.


Texto por Isadora, em 19 de julho de 2009



domingo, junho 21, 2009

Momento - extremamente - Garfield!



*clique na tirinha para ampliar! ;)



quinta-feira, junho 04, 2009

"Sou obrigada?"

Na verdade esta é só uma constatação de que mesmo seres (quase) bem resolvidos têm câimbras cerebrais colossais que impedem aquela sinapse particularmente interessante do “Não sou obrigado!”.

Cara (!), vc absolutamente não é obrigada a muitas coisas, certo? mas tem coisas que vc é MENOS obrigada ainda! Sabe aquelas que vc faz pensando em sei lá que abobrinha, chuchu ou rabanete (!), por algum motivo xis (que vc não sabe explicar) e que – na sua cabeça – UMA finalidade, ao menos, tem!

*pensando em alguma plausível?! cri cri cri...

Pois bem, finalidades devem ter um monte, mas que sejam realmente aproveitáveis... tá difícil, não?

Uai (na maior nostalgia Ouro Preto), levanta e sai andando!

Coisa ou outra vc NÃO tem que escutar. NÃO tem que ver. NÃO tem que, sequer, saber que existe. *pausa

Só isso: NÃO. (!)

Vai, sai andando com Alanis a todo som.

Explode Ironic pra todos os lados e vai... vai embora.
- Vc definitivamente não é obrigada.





Texto por
Isadora, em 4 de junho de 2009.

quinta-feira, maio 14, 2009

Virada Cultural Indaiatuba | 16 e 17 de maio



Clique na programação de cada dia para ampliar! ;)



terça-feira, maio 12, 2009

Vaza!

Um dia desses dei aquele tempo necessário dos textos de arquitetura, modernismo, era industrial, Engels......... ok, chega.
*5 minutos básicos de culto ao ócio*


Sapeando naquelas revistas de Salão que fariam completo juz ao querido amigo ócio, parei em uma crônica destinadas a nós - lindas mulheres descabeladas - que, a princípio, era só mais uma crônica, mas uns dias depois (hoje, por sinal), eis que surge um trecho dela na memória para um UP estratégico! =c)

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência!


"(...) e nada melhor pra começar a parar de sofrer do que uma boa raiva.
É duro, mas não há como negar: para que uma separação seja perfeita, é preciso que haja algum dano material. Nada de bancar a fina numa hora dessas.
Sumir com umas gravatas prediletas, esconder alguns discos que ele adorava e sobretudo fazer desaparecer coisas pequenas, sem nenhum valor, mas que vão fazer muita falta. Aquele aparelhinho para tirar os pelinhos do nariz, todas as fotos em que vocês estavam juntos e outras dele sozinho - para essas, lixo, sem pensar duas vezes; e, se você for mesmo uma peste e estiver sofrendo muito, suma com um fio do computador. São detalhes que nos fazem um bem enorme e que são fundamentais na hora do sofrimento. Estamos falando de um caso de amor que acabou por culpa dele, é claro.

(...)
um verso de Neruda que diz: 'Para que nada nos separe, que nada nos una'. Lindo, mas alguém quer isso? Então vamos ser fortes, sabendo que amamos, sofremos, choramos, voltamos a ser felizes, e assim segue a vida."


Pois é, e assim segue a vida!
Não que sair destruindo gravatas, livros, cds e computadores vá resolver o que passou; mas - cá entre nós - seria no mínimo divertido, ahn?! :p
De qualquer forma, acho que a idéia que fica aí é estraçalhar muitas outras coisas, não materiais.
...Colocar na porta um recado sucinto:
-Vaza!

...e leva o bode junto.


Texto por Isadora, em 12 de Maio de 2009, pós-bode.


domingo, abril 12, 2009

Feliz Páscoa!





Coelhinho por Isadora, em 11 de abril de 2009,
na casa da Carol! =c)



quarta-feira, abril 08, 2009

sábado, março 28, 2009

Mas que o mistério era bom, era...

Quando penso que, hoje, o último refúgio de toda mulher que passa por um escândalo ou vexame público, já que está exposta de maneira negativa, é faturar em cima e aparecer nua na playboy – é claro, desde que tenha condições físicas para isso –, mais a exposição proposital de alças de sutiãs, elásticos de calcinhas e cuecas, que os novos comportamentos e a moda foram integrando aos usos e costumes, não posso deixar de me lembrar como eram pudicos os anos 60. Justamente a década que levou à maior revolução comportamental do século passado

No começo daquela década, nas festinhas de adolescentes em casas ou nos mingaus dos clubes, nos Jardins, um grupo de meninas inventou um código. No meio de uma conversa qualquer, surgia, do nada, a seguinte frase: “Tia Sofia telefonou” (“tchia sufia”, no sotaque quatrocentão das famílias da região)”.

A que proferia tinha nos olhos e sobrancelhas expressões cheias de conotações preocupadas. A que recebia a informação era imediatamente tomada de um ar de aflição e de uma espécie de dança de São Guido, que a punha a procurar, no decote, ombros, joelho, alguma coisa que a incomodasse muito. Como se invadida por um inseto.

Os rapazes que por acaso estivessem no círculo não entendiam nada. “Uai, vocês tem uma tia Sofia?” O que é que ela disse? O que é isso tem a ver com o que a gente estava falando?.” As garotas disfarçavam, enrolavam os moços, como já sabiam fazer então, e continuaram fazendo pelo resto da vida, fruto de um aprendizado ancestral, que já vem no DNA. Até que aquilo virou uma mania, os rapazes perceberam que era um código e um dia descobriram: uma avisava a outra se a postura deixava entrever algo no meio das pernas, se aparecia uma ponta de anágua ou combinação (não sabe o que é isso? Pergunte a mães ou avós) por baixo da saia, uma nesga de alça de sutiã surgindo no ombro, um decote que, num movimento descuido, deixava entrever um pouco mais. Os moços estavam atentos, também, porque o pouco que se podia ver, antes da revolução sexual que veio a seguir, já era uma delícia. E as moças, todas unidas, muito mais preocupadas com a reputação do que com o que se estava mostrando, já que no verão usavam seus primeiros biquínis (grandes, é verdade), protegiam-se do olho comprido masculino.

Os tempos mudaram? Com toda certeza.

Agora tudo é exposto.

Quem perdeu?

Elas é claro.

Tinham um poder imenso quando escondiam.

Eles também, pois não dão mais valor ao que anda escancarado.

É caretice? Pode até ser. Mas que o mistério era bom, era.
Davam-se asas à imaginação.

O fim das meias de seda foi outra tragédia. Mulher não usa mais meias nem no inverno

Dão um pouco de pena, de sandálias em noites geladas. Fingem não sentir frio. E os homens ficaram sem aquele fetiche.

Se elas soubessem o poder que tinham quando cruzavam as pernas e os homens ouviam aquele leve zumbido da seda... Podia ser desconcertante.

Imaginem hoje, numa reunião importante de negócios, numa mesa de executivos dos dois sexos, se uma bela mulher, no momento em que um homem está defendendo seu ponto de vista, fizesse ouvir aquele zumbidinho. Tenho certeza de que o expositor poderia perder o fio da meada ou, pelo menos, a atenção de vários outros presentes.

Uma bela sabotagem!


A mulher não quer mais usar essas armas. Os novos homens nem sabem que elas um dia existiram.

Agora são todos uma coisa só.

A guerra dos sexos era mais excitante...


CÉSAR GIOBBI (Jornalista)

sexta-feira, janeiro 30, 2009





Habito o movimento e a minha pátria é todo o continente de que não sei o fim.Irei tão longe quanto for a sede e a urgência de mudança.



RUY DUARTE DE CARVALHO (poeta angolano, 67,
em "Poesia Africana de Língua Portuguesa")



segunda-feira, janeiro 05, 2009

the Kings!




" I had a guitar hanging just about waist high
and I'm gonna play this thing until the day I die."





ERIC CLAPTON & BB KING (Riding with the King, 2000)