quinta-feira, maio 14, 2009

Virada Cultural Indaiatuba | 16 e 17 de maio



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terça-feira, maio 12, 2009

Vaza!

Um dia desses dei aquele tempo necessário dos textos de arquitetura, modernismo, era industrial, Engels......... ok, chega.
*5 minutos básicos de culto ao ócio*


Sapeando naquelas revistas de Salão que fariam completo juz ao querido amigo ócio, parei em uma crônica destinadas a nós - lindas mulheres descabeladas - que, a princípio, era só mais uma crônica, mas uns dias depois (hoje, por sinal), eis que surge um trecho dela na memória para um UP estratégico! =c)

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência!


"(...) e nada melhor pra começar a parar de sofrer do que uma boa raiva.
É duro, mas não há como negar: para que uma separação seja perfeita, é preciso que haja algum dano material. Nada de bancar a fina numa hora dessas.
Sumir com umas gravatas prediletas, esconder alguns discos que ele adorava e sobretudo fazer desaparecer coisas pequenas, sem nenhum valor, mas que vão fazer muita falta. Aquele aparelhinho para tirar os pelinhos do nariz, todas as fotos em que vocês estavam juntos e outras dele sozinho - para essas, lixo, sem pensar duas vezes; e, se você for mesmo uma peste e estiver sofrendo muito, suma com um fio do computador. São detalhes que nos fazem um bem enorme e que são fundamentais na hora do sofrimento. Estamos falando de um caso de amor que acabou por culpa dele, é claro.

(...)
um verso de Neruda que diz: 'Para que nada nos separe, que nada nos una'. Lindo, mas alguém quer isso? Então vamos ser fortes, sabendo que amamos, sofremos, choramos, voltamos a ser felizes, e assim segue a vida."


Pois é, e assim segue a vida!
Não que sair destruindo gravatas, livros, cds e computadores vá resolver o que passou; mas - cá entre nós - seria no mínimo divertido, ahn?! :p
De qualquer forma, acho que a idéia que fica aí é estraçalhar muitas outras coisas, não materiais.
...Colocar na porta um recado sucinto:
-Vaza!

...e leva o bode junto.


Texto por Isadora, em 12 de Maio de 2009, pós-bode.