quinta-feira, julho 30, 2009

Devolve, moço!


Existe aqui uma mulher

Uma bruxa, uma princesa, uma diva, que beleza
Escolha o que quiser

Mas ande logo, vá depressa
Nem se atreva a pensar muito
O meu universo ainda despreza
Quem não sabe o que quer

Meu coração eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não, isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado

Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso


VÍDEO | aqui :D
| Ana Cañas, ao vivo

3 comentários:

ALEX disse...

Adoro teu blog Isa!!!
Continue sempre escrevendo que ficarei aqui de olho nos teus posts ^^

Um beijão moça!

Anônimo disse...

É muito pior morrer arrependido do que não se fez,
E com certeza esse é o mau que me apavora.
A covardia e a dúvida ainda paralisam-me,
Mesmo sabendo que a vida é muito curta para o desperdício,
Principalmente do tempo que se tem.
Porém nem tão curta para levar a crer nos contorcionismos,
Que ainda ao de cruzar vários dos nossos caminhos.
O ópio do filósofo de botequim é saber algo de grego,
Assim pode passar a vida chamando esse “querer” de platônico
E então, fingir que se consola.
Esperar-me, você?
Nunca, não quero esse egoísmo para mim
Quando eu aparecer será sorrateiro...
e arrebatador!

Anônimo disse...

É muito pior morrer arrependido do que não se fez,
E com certeza esse é o mau que me apavora.
A covardia e a dúvida ainda paralisam-me,
Mesmo sabendo que a vida é muito curta para o desperdício,
Principalmente do tempo que se tem.
Porém nem tão curta para levar a crer nos contorcionismos,
Que ainda ao de cruzar vários dos nossos caminhos.
O ópio do filósofo de botequim é saber algo de grego,
Assim pode passar a vida chamando esse “querer” de platônico
E então, fingir que se consola.
Esperar-me, você?
Nunca, não quero esse egoísmo para mim
Quando eu aparecer será sorrateiro...
e arrebatador!